AB InBev fecha acordo para comprar cervejaria coreana por US$5,8 bi Comente

Fonte: Reuters

HONG KONG, 20 Jan (Reuters) – A Anheuser-Busch InBev, a maior fabricante de cervejas do mundo, fechou um acordo para comprar a sul-coreana Oriental Brewery (OB) por 5,8 bilhões de dólares incluindo dívida, reconquistando o controle de um ativo importante na Ásia em um momento de forte crescimento da indústria na região.

A venda pela KKR e Affinity Equity Partners representa a maior venda de private equity da Ásia em termos de fusões e aquisições em dólar, dando a elas retornos de mais de cinco vezes seus investimentos. A OB tinha uma dívida total de 922 milhões de dólares no fim de 2012, segundo dados mais recentes da empresa.

Com o acordo, a AB InBev ganha não apenas o controle da fabricante de cervejas sul-coreana que cresceu rapidamente para deter 60 por cento de participação de mercado, mas também canais de distribuição de suas próprias marcas como Budweiser e Stella Artois.

“A OB irá fortalecer nossa posição na região de rápido crescimento Ásia-Pacífico”, disse Carlos Brito, presidente-executivo da AB InBev, em comunicado. A empresa também disse que espera exportar marcas da OB de forma mais ampla.

A belga AB InBev vendeu a Oriental Brewery em 2009 por 1,8 bilhão de dólares para a KKR, como parte de seus esforços de reduzir a dívida assumida na aquisição de 52 bilhões de dólares da norte-americana Anheuser-Busch pela InBev, um ano antes.

A AB InBev manteve a opção de comprar de volta a OB em cinco anos.

(Por Stephen Aldred e Denny Thomas)

Economia da China cresce 7,7% em 2013, acima da meta do governo 1

Fonte: UOL São Paulo com Reuters

O crescimento econômico da China em 2013 acumulou alta de 7,7% sobre o ano anterior, segundo informou nesta segunda-feira (20) a Agência Nacional de Estatísticas. A taxa ficou acima da meta do governo, que era de um crescimento anual de 7,5%.

No quarto trimestre, o crescimento econômico subiu 7,7%, um pouco mais do que estimavam analistas ouvidos pela agência de notícias Reuters (média de 7,6%). No terceiro trimestre, a economia chinesa tinha subido 7,8%.

Outros dados divulgados em conjunto com o PIB mostraram que a produção industrial avançou 9,7% em dezembro, na comparação com dezembro do ano anterior. As vendas no varejo tiveram aumento de 13,6%, e o investimento em ativos fixos cresceu 19,6% em 2013 em comparação com o anterior. O governo só divulga os dados acumulados de investimento.

Encomendas à indústria da Itália avançam mais de 2% em novembro

Fonte: Valor

As encomendas à indústria na Itália subiram 2,3% entre outubro e novembro de 2013, com alta de 4,1% no mercado doméstico e queda de 0,4% no mercado externo.

Já as vendas da indústria tiveram alta de 0,9% em novembro, perante um mês antes, com avanço da mesma ordem tanto no mercado doméstico como externo.

No comparativo com novembro de 2012, as novas encomendas aumentaram 3% e as vendas declinaram 2,7%.

Os dados foram divulgados pela agência Istat.

Cade aprova aliança entre Monsanto e Novozymes

Fonte: Valor

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta segunda-feira, sem restrições, uma aliança entre a Monsanto e a Novozymes. A operação havia sido anunciada em dezembro.

De acordo com o relatório do Cade, a Monsanto não fabrica ou vende produtos microbiológicos no Brasil, o que a torna entrante neste mercado. A decisão foi publicada na edição de hoje do “Diário Oficial da União”.

Segundo parecer do Cade, a parceria busca o aumento da eficiência para pesquisa e comercialização de soluções microbianas para o setor agrícola. “Essa aliança contará com a capacidade da Novozymes de descobrir, desenvolver e produzir soluções microbianas e com a capacidade da Monsanto de pesquisa, desenvolvimento, teste e comercialização. O objetivo é desenvolver produtos que ajudem os agricultores a aumentar o rendimento das lavouras usando menos recursos. A aliança irá desenvolver e comercializar descobertas de novos produtos biológicos de cada uma das empresas”, informou o documento.

“A operação não resultará na formação de uma sociedade com o propósito específico e a aliança funcionará exclusivamente com base no contrato celebrado entre a Monsanto e a Novozymes.”

BC sobe juros a 10,5% com cenário de preços em alta e ano de eleição

Fonte: UOL com a agência Reuters

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, aumentou a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual, indo de 10% para 10,5% ao ano. É a sétima reunião seguida do Copom em que os juros sobem. A decisão foi unânime. Foi a primeira reunião do Copom em 2014.

“Dando prosseguimento ao processo de ajuste da taxa básica de juros, iniciado na reunião de abril de 2013, o Copom decidiu por unanimidade, neste momento, elevar a taxa Selic em 0,50 p.p. [pontos percentuais], para 10,5% ao ano, sem viés”, informou o Copom em comunicado, praticamente repetindo o texto utilizado na última reunião, em novembro do ano passado, acrescentando apenas a expressão “neste momento”.

Havia expectativa, entre economistas, de que o BC reduziria o ritmo do aumento, elevando em 0,25 ponto em vez de 0,5 ponto. Nas últimas cinco reuniões, desde maio do ano passado, a alta vem sendo de 0,5 ponto percentual em cada encontro.

Mas essa desaceleração não aconteceu, e outros analistas, ouvidos pela agência de notícias Reuters, disseram que a justificativa para a alta pode ser o medo de a inflação atrapalhar a popularidade da presidente Dilma Rousseff em ano de eleição. Juros altos, em tese, ajudam a segurar a inflação.

A poupança continua rendendo com seu potencial máximo. Uma nova regra de 2012 estabelece que ela renda menos quando a Selic estiver igual ou inferior a 8,5% ao ano. Nesse caso, a caderneta daria 70% da Selic mais a TR. Como está acima disso, o rendimento é o tradicional: 6,17% ao ano mais a TR.

Os juros de 10,5% são os mais altos desde janeiro de 2012, quando a Selic estava também em 10,5%. Em março de 2012, a taxa foi reduzida para 9,75%, e as quedas continuaram até atingir o mínimo de 7,25% ao ano, entre outubro de 2012 e março de 2013. Esses 7,25% foram o menor percentual já registrado pela Selic .

De acordo com pesquisa da Reuters, analistas esperam que os juros fiquem estabilizados em 10,5% o ano todo.

No ano passado, o Brasil ficou em segundo lugar entre os países que mais subiram os juros. O líder desse ranking foi Gâmbia (África). Os dados são do site Central Bank News, que compila dados de 90 países. Gâmbia teve alta de 6 pontos percentuais, enquanto o Brasil subiu os juros em 2,75 pontos em 2013.

Com a economia devagar, muitos analistas consultados pela Reuters duvidam da disposição do BC em elevar a Selic o quanto for necessário para estabilizar a inflação.
Taxa de juros é ferramenta para tentar combater inflação

A Selic é usada pelo BC para tentar controlar o consumo e a inflação, ou estimular a economia. Analistas já esperavam uma alta da taxa de juros para combater a alta de preços, que tem preocupado o governo. A inflação oficial acelerou para 0,57% em outubro.

Quando os juros sobem, as pessoas tendem a gastar menos e isso faz o preço das mercadorias cair, controlando a inflação, em tese. Por outro lado, juros altos seguram a economia e fazem o PIB (Produto Interno Bruto) ficar baixo.

Se os juros estão elevados, as empresas investem menos, porque fica caro tomar empréstimos para produção, e as pessoas também reduzem seus gastos, porque o crediário fica mais alto. Essa situação deixa a economia com menos força. O lado bom é que investimentos baseados em juros são beneficiados e rendem mais para o aplicador.

Por outro lado, com juros mais baixos, há mais consumo e mais risco de inflação, porque as pessoas compram mais e nem sempre a indústria consegue produzir o suficiente. Quando há falta de produtos, a tendência é que eles fiquem mais caros.

A taxa básica de juros orienta o restante da economia, mas há pouco impacto na vida prática de quem precisa usar o cheque especial ou cartão de crédito. Analistas dizem que essas taxas são tão altas que pequenas variações na Selic são incapazes de aliviar ou pesar no bolso no dia a dia.

Antes do início do governo Dilma, a Selic estava em 10,75% ao ano. No primeiro mês dela (janeiro de 2011), subiu para 11,25%. Depois foi caindo. Chegou ao menor nível entre agosto de 2012 e março de 2013, quando ficou em 7,25% ao ano.

Entenda o Copom

O Copom foi instituído em junho de 1996 para estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros, mas a Selic já era usada como indicador desde 1986.

O colegiado é composto pelo presidente do Banco Central e os diretores de Administração, Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos, Fiscalização, Organização do Sistema Financeiro e Controle de Operações do Crédito Rural, Política Econômica, Política Monetária, Regulação do Sistema Financeiro, e Relacionamento Institucional e Cidadania.

Produção cai em 14 dos 27 ramos da indústria em novembro

Por Vinícius Lisboa da Agência Brasil

O resultado negativo da produção industrial de novembro sobre outubro foi acompanhado por 14 dos 27 ramos pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou, nesta quarta-feira (8), a Pesquisa Industrial Mensal. O levantamento destaca a queda da indústria de veículos automotores, de 3,2%, como uma das que mais influenciaram a retração mensal de 0,2%.

A indústria de veículos automotores teve em novembro o segundo resultado negativo seguido e, em apenas dois meses, acumula queda de 6,6%. Na soma de agosto e setembro, o setor cresceu 9,1%.

Outros setores que pesaram para a queda mensal sobre outubro foram máquinas e equipamentos (-3%), edição, impressão e reprodução de gravações (-5,3%), equipamentos de instrumentação médico-hospitalar, ópticos e outros (-16,0%), indústrias extrativas (-3,1%) e produtos de metal (-3,4%).

Em sentido inverso, a indústria farmacêutica foi a que mais freou a queda, com alta de 9,6%. A indústria de refino de petróleo e produção de álcool subiu 4% e também teve papel positivo, assim como a de outros produtos químicos (3,3%) e a de metalurgia básica (3,1%). A de alimentos, com alta de 0,5%, também está nesse grupo.

Na comparação com o mês de novembro de 2012, 15 dos 27 ramos tiveram aumento da produção, assim como a taxa geral, que subiu 0,4%. Com a expansão na produção de gasolina automotiva, óleo diesel e outros óleos combustíveis, a atividade com a mais forte influência positiva foi a de refino de petróleo e produção de álcool, com 10,8%.

Os ramos de outros produtos químicos (alta de 5,3%), máquinas e equipamentos (elevação de 4,7%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (crescimento de 15,8%) também se destacaram. Entre os produtos que mais contribuíram com a demanda estão os ligados à atividade agrícola: herbicidas, inseticidas para uso agrícola e máquinas para colheita.

A atividade que mais influenciou negativamente a comparação interanual foi a de bebidas, com queda de 11,2% constatada na redução de refrigerantes, cerveja, chopes e xaropes para refresco. A indústria de edição, impressão e reprodução de gravações caiu 10,2%, com recuo em livros, jornais, revistas e CDs, e a de alimentos, 2,9%, com menos sucos concentrados de laranja, açúcar cristal, sorvetes e picolés.

Em 2013, a indústria de veículos automotores acumula a maior das altas, de 9%, enquanto a de edição, impressão e reprodução de gravações teve a maior queda, de 10,2%.

Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/01/08/producao-cai-em-14-dos-27-ramos-da-industria-em-novembro.htm

Vendas do café do Vietnã devem subir em janeiro antes de feriado de Ano Novo Lunar

Fonte: Reuters via Rede Social do Café

HANÓI, 7 Jan (Reuters) – As exportações de café do Vietnã podem variar entre 100 mil e 150 mil toneladas (1,67 a 2,5 milhões de sacas) em janeiro, ante uma estimativa de 120 mil toneladas embarcadas em dezembro, disseram operadores, enquanto as vendas internas devem aumentar antes de um feriado importante.

O maior produtor mundial de robusta exportou 219 mil toneladas em janeiro de 2013.

Um menor volume de exportações do Vietnã neste mês, juntamente com notícias de uma safra brasileira menor em 2014/2015, pode ajudar a manter os preços globais em alta.

O Vietnã exportou cerca de 120 mil toneladas (2 milhões de sacas de 60 kg) de café no mês passado, queda de 50 por cento ante o mesmo mês em 2012, disse o governo.

“As vendas estão melhorando no mercado doméstico”, disse um operador em uma trading europeia com sede em Ho Chi Minh City, citando preços mais elevados no mercado futuro do robusta em Londres.

Ele acrescentou que o ritmo de venda pode acelerar nos próximos dias antes do Vietnã celebrar seu maior festival, que dura cerca de uma semana, para receber o Ano Novo Lunar, que chega em 31 de janeiro. Todos os mercados vietnamitas estarão fechados entre 28 de janeiro e 5 de fevereiro.

Exportações de café de nove países latino-americanos caem 2,21%

Fonte: Agência EFE via Rede Social do Café

As exportações de café arábico (fino) de nove países produtores da América Latina caíram 2,21% nos primeiros dois meses da colheita 2013-2014 em relação ao mesmo período do ano anterior, informou nesta terça-feira (07) na Guatemala a Associação Nacional do Café (Anacafé).

As exportações de Colômbia, México, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, Honduras, Costa Rica, Peru e República Dominicana somaram 3,818 bilhões de sacas de 60 quilos em outubro e novembro.

A exceção de Colômbia, Peru e República Dominicana, que tiveram crescimento, o resto dos países teve uma queda nas vendas ao exterior de café.

A Colômbia teve um aumento de 47,5%, República Dominicana de 14,4% e Peru de 7,6%.

Nos primeiros dois meses da atual colheita o país que teve a queda mais significativa das exportações de café foi a Nicarágua, com -79,5%, seguida pelo México com -65,5%, Honduras com -43%, Guatemala com -42,4%, El Salvador com -20,2% e Costa Rica -9,1%, assinala o comunicado.

A informação da Anacafé não explica as causas da queda das exportações, embora a região já esperasse uma diminuição na colheita por causa da praga de ferrugem do café que afetou em alguns casos até mais de 70% dos cafezais.

Em um fórum regional realizado em outubro no Centro Agronômico Tropical de Investigação e Ensino (CATIE), na Costa Rica, foram revelados dados que mostravam que até então o fungo tinha afetado 49% da área cultivada de café na América Central e obrigado à poda de 28% dos cafezais na região.

As perdas calculadas até então superavam os US$ 680 milhões de dólares e 505 mil empregos.

Café arábica cai com realização lucros em NY

Fonte: Reuters via Rede Social do Café

Os futuros do café arábica fecharam em baixa nesta terça-feira, em dia de forte volume de negócios, depois de atingirem mais cedo uma máxima de cinco meses que estimulou a realização de lucros dos investidores, além de vendas de produtores.

Embora o café arábica em Nova York tenha fechado em baixa, parece estar mudando para um mercado altista, tendo subido cerca de 20 por cento após a mínima de sete anos registrada há dois meses.

“Os preços baixos estão tendo impacto negativo na produção de 2014/15″, disse um analista europeu, notando a redução no uso de fertilizantes e nos tratos culturais no Brasil.

“Há alguns meses, a maioria das pessoas teria dito que o potencial (da safra do Brasil, maior produtor global) seria de 60-65 milhões de sacas, agora eu acho que você, provavelmente, vai encontrar pessoas que procuram a 50-55 milhões de sacas… é bem um rebaixamento significativo.”

O março do café arábica fechou em baixa de 3,75 centavos, ou 3,1 por cento, a 1,1725 dólar por libra-peso, após pico de 1,2260 dólar, o nível mais alto para o contrato desde 15 de agosto. O volume total ultrapassou 36.900 lotes, alta de mais de 65 por cento ante a da média de 250 dias, segundo dados preliminares da Thomson Reuters.

No açúcar bruto, os futuros fecharam em leve baixa de 0,02 centavo, ou 0,01 por cento, para 16,06 centavos de dólar por libra-peso, com boas perspectivas de produção combinadas com baixa demanda.

Exportações globais de café recuaram 14,5% em novembro, segundo a OIC

Fonte: Por Carine Ferreira / Valor, via Rede Social do Café

As exportações mundiais de café totalizaram 7,84 milhões de sacas em novembro do ano passado, queda de 14,5% sobre as 9,17 milhões de sacas embarcadas no mesmo mês de 2012, informou nesta segunda-feira a Organização Internacional do Café (OIC), com sede em Londres.

Nos dois primeiros meses do ano cafeeiro de 2013/14 (outubro a novembro de 2013), os embarques do grão caíram 10,8% sobre o período anterior, para 16,457 milhões de sacas.

As vendas externas de arábica no período de 12 meses encerrado em novembro de 2013 somaram 68,21 milhões de sacas, aumento de 0,87% sobre as 67,62 milhões em igual período anterior. As exportações de robusta passaram, na mesma comparação, a 40,12 milhões, ante 43,19 milhões de sacas, queda de 7,10%.

Café com um toque de uísque, novo produto com o selo Jack Daniel’s

Fonte: Rede Social do Café

O rol de produtos dos mais diversos que levam o nome do mundialmente famoso uísque Jack Daniels não para de aumentar. Ao que parece, ter um produto associado à marca é sucesso garantido. A coleção, que vai de canivetes a molhos de salada acaba de ganhar um novo item: OJack Daniel’s Gourmet Coffee.

Já considerado um sucesso entre os apreciadores do uísque, o café com leve sabor destilado, chega com a promessa de conquistar até aqueles que não bebam uísque, mas que gostem de café. A combinação dos ingredientes fornece ao café um sabor único e marcante que, segundo a marca, os amantes de café irão aprovar.

O café aparece em quatro versões diferentes : “Jack’s Blend”, “Tennessee Mountain Blend”, “Old Blend #7” e o “Oak Barrel Roast”. Todas as versões vem com toques de uísque em diferentes quantidades e são feitos com grãos torrados selecionados, como é o caso do Old Blend #7, feito com grãos arábica.

Alguns kits incluem uma caneca estilizada no perfeito estilo Jack Daniel’s. Infelizmente, o café não encontra-se disponível para venda em terras brasileiras, no entanto, pode facilmente ser comprado no site da The Find e custa entre US$10 e US$12.

#UFLA: Pesquisadores produzem café com diferentes sabores em Lavras, MG

Fonte: Rede Social do Café

Com um trabalho pioneiro, pesquisadores da Universidade Federal de Lavras (Ufla) conseguiram produzir um café com sabores de chocolate, caramelo e frutas, por meio de fungos que alteram as propriedades da bebida durante a fermentação. Foram 15 anos de pesquisa até conseguir os resultados do café, classificado como especial em Lavras (MG).

Durante uma década e meia, a pesquisadora Rosane Shwan e a estudante de doutorado Suzana Evangelista dedicaram-se a busca dos novos sabores da bebida. “Não é um processo simples, mas conseguimos chegar e levedura de caramelo, chocolate e um sabor cítrico, que tem gotas de tangerina. Uma etapa importante do processo é a pulverização dos grãos no terreiro de secagem com uma solução à base de leveduras. Essa parte dura em torno de 15 dias”, disse Rosane.

Entretanto, nos últimos três anos o foco da pesquisa foi analisar os micro-organismos existentes no café. Foram testados mais de 400 tipos e neste período o trabalho revelou três espécies de fungos que tinham capacidade de influenciar o sabor do café. Esses micro-organismos produziram substâncias capazes de alterar as propriedades da bebida.

Degustadores conheceram os novos sabores dentro da universidade. “O processo foi dividido em várias etapas para avaliarmos as características do café, como aroma, sabor, corpo, equilíbrio e ausência de defeitos”, explicou o tecnólogo em cafeicultura, Bruno Ribeiro.

Artigos científicos sobre a pesquisa foram publicados em revistas nacionais e internacionais e o trabalho já foi premiado no Simpósio Internacional de Biodiversidade da Ufla. “O nosso próximo desafio agora é levar a novidade aos produtores rurais, já que os micro-organismos são colocados em grandes quantidades para se sobressaírem aos outros”, destacou a estudante Suzana.

Rabobank vê um ano mais “complicado” para o campo

Fonte: http://www.e-usinas.com.br via Rede Social do Café

As incertezas que ainda desafiam a recuperação da economia global e o modesto crescimento previsto para o Brasil tendem a colaborar para que os produtores agrícolas do país tenham em 2014 resultados menos positivos que os registrados desde o início desta década. Ofertas domésticas e globais confortáveis ou em recomposição também deverão continuar a exercer pressão baixista sobre as cotações de commodities como soja, milho, açúcar e café, mas um dólar mais favorável às exportações poderá limitar as perdas – e para a pecuária, cujo horizonte é mais promissor, maximizar os ganhos.

Em linhas gerais, é o que prevê para este ano o estudo “Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro” do Rabobank, banco de origem holandesa com forte atuação no setor. “Para a economia como um todo, será um ano bem complicado. E haverá mais riscos para o agronegócio, ainda que esta frente esteja melhor defendida e que o câmbio possa suavizar os problemas”, afirma Robério Costa, economista-chefe da instituição no país. O trabalho lembra que o FMI prevê que a economia mundial crescerá 3,6% em 2014, e projeta avanço de 2,2% no Brasil; para o fim do ano, aponta o dólar em torno de R$ 2,50, o que também poderá significar mais peso sobre a inflação.

Carro-chefe do campo nacional, a soja dificilmente escapará da tendência de acomodação dos preços em patamares mais baixos, que tem dado o tom nos últimos meses apesar da aquecida demanda da China. Com boas colheitas nos Hemisférios Sul e Norte em 2013 e novos recordes abaixo do Equador já praticamente garantidos neste ano, o Rabobank calcula que a relação global entre estoque e consumo subirá para 26,5% no fim desta safra 2013/14, ante 23,9% em 2012/13, o que fortalece o cenário de margens menores para o agricultor. Mas nada grave.

“As margens ainda serão positivas, mesmo com custos de produção maiores e com a preocupação com o ataque da lagarta helicoverpa nas lavouras, que pode elevar gastos em até 18% por exigir mais aplicações de defensivos. Dependendo do plantio no Hemisfério Norte [na temporada 2014/15, cuja semeadura ganhará fôlego no segundo trimestre], poderemos ver preços por volta de US$ 11 o bushel em Chicago no fim de 2014″, diz Renato Rasmussen, analista do departamento de pesquisa e análise setorial do Rabobank Brasil. Hoje, as cotações superam US$ 13.

Conforme o estudo do banco, a pressão será maior no mercado de milho, para o qual prevê excedente global da ordem de 30 milhões de toneladas e uma expansão de 23,5% no nível de estoques de passagem, que poderão superar 150 milhões de toneladas e alcançar o maior patamar em 12 anos. Assim, diz Rasmussen, a expectativa é de alto risco para os produtores brasileiros – que, em grande medida, dependerão do desempenho das exportações para melhorar sua remuneração e equilibrar as contas. Para ele, a provável alta das importações chinesas poderão ajudar o Brasil e a redução do mandato do etanol nos Estados Unidos, que colaborou para a queda dos preços internacionais no fim de 2013, já está “precificada”.

“Complicado” também foi o termo usado por Rasmussen para definir o que o Rabobank projeta para o algodão em 2014. Depois da progressiva alta das cotações internacionais no ano passado, a instituição prevê uma certa estabilização, mas sinais de desaceleração da demanda em um contexto de elevação dos custos poderão afetar as margens dos produtores. “O câmbio tem sido uma proteção para os agricultores brasileiros, mas as incertezas são grandes. Cerca de 60% dos estoques globais estão nas mãos da China, e o ritmo que o país imprimir para se desfazer desses estoques, sobretudo os mais antigos [quatro anos], será fundamental para os preços”.

O segmento sucroalcooleiro do país é outro que não terá vida fácil. O estudo confirma excedente global de açúcar nesta safra 2013/14, o que tira suporte das cotações, mas prevê aumento da demanda doméstica por etanol. Nesse contexto, estima margens similares às de 2013 para fornecedores de cana e ainda apertadas para as usinas. “O segmento recuperou produtividade e vem aguentando, mas o quadro é desafiador”, afirma o analista Rafael Barbosa, da equipe do Rabobank Brasil.

Problemático mesmo tende a ser o ano dos cafeicultores, que já amargaram muitas dificuldades em 2013. “Vivemos um ciclo de baixa agravado por um conjunto de fatores, sobretudo o incentivo à produção derivado dos picos de preços de 2011 tanto no Brasil quanto na Colômbia, que renovou seus cafezais. A situação é a mesma em 2014, mas os produtores brasileiros poderão investir menos e talvez haja alguma mudança em 2015. Mas apenas talvez”, reforça Barbosa. Ele lembra que a safra brasileira 2014/15 é de bienalidade positiva – ou seja, cheia. Resta saber se Brasília oferecerá novas medidas de apoio aos produtores ou não.

Para as bebidas que fazem parte do levantamento – suco de laranja e leite -, as perspectivas são melhores, como destaca o analista Andres Padilla. Para o suco, a redução da oferta no Brasil e nos EUA deverá colaborar para a redução dos estoques e para a elevação das cotações, inclusive da fruta, enquanto no mercado de leite a tendência é de leve queda dos preços ao produtor, mas para patamares ainda relativamente atrativos.

Mas o horizonte mais positivo parece ser o da pecuária e dos frigoríficos. O estudo do Rabobank realça que os preços globais da carne bovina deverão oscilar ao redor dos patamares já mais elevados observados em 2013, com possibilidade de aumento limitado. E as exportações, com a abertura de novos mercados, tendem a bater novo recorde, com efeitos positivos para toda a cadeia. Para a carne de frango o cenário para os preços não é muito diferente, já que a oferta mundial de outros tipos de carne, inclusive bovina, segue restrita, e a curva de queda dos grãos deverá ser favorável aos custos.

Robério Costa pontua, finalmente, que uma melhora mais pujante do que a esperada na economia internacional poderá se unir a um dólar mais atraente para as exportações brasileiras – os estímulos à economia americana deverão diminuir – e mudar para melhor as perspectivas do banco para o agronegócio. Enquanto isso, prudência e uma política eficiente de hedge podem fazer a diferença.

Queda na safra de café do Brasil poderá causar escassez no mercado global, afirma Volcafe

Fonte: Notícias Agrícolas via Rede Social do Café

O mercado global de café poderá enfrentar passar por uma escassez de oferta pela primeira vez em três anos, em 2014 /15, devido a uma redução da safra brasileira, segundo o grupo Volcafe Ltd, da trading inglesa ED&F Man.

De acordo com relatório divulgado hoje (6/1) pela Volcafe, haverá um déficit de 5 milhões de sacas e a oferta de café ficará abaixo da demanda no período de 2014/15,. Em novembro/13, a trader estimava um excedente global de 5,3 milhões de sacas.

Cafeicultores do Brasil devem colher 51 milhões de sacas na safra de 2014/15, segundo a Volcafe. O potencial de produção para o período era de 60 milhões de sacas. Na safra 2013/14, foram produzidas 57,2 milhões de sacas e no ano comercial anterior, foram 56,8 milhões de sacas.

Café arábica

O café arábica no mercado futuro negociado em Nova Iorque caiu 23% no ano passado, marcando a terceira queda anual e o mais longo período de baixa desde 1993, quando a produção ultrapassava a demanda.

A produção brasileira de arábica deve ficar em 35 milhões de sacas em 2014/15, enquanto a produção de robusta deverá ser de 16 milhões de sacas. Em novembro, as estimativas eram de 40,7 milhões de sacas de arábica e 16,5 milhões de sacas de robusta.

Segundo a Volcafe, a safra será menor devido ao excesso de podas e exaustão das plantas.

Estresse das plantas

Os cafezais brasileiros têm registrado um aborto de flores maior que o esperado, segundo a Volcafe. Esta fraca fixação de flores, principalmente no sul de Minas Gerais, deve-se ao estresse produtivo gerado por duas grandes safras consecutivas, Essa fixação decepcionante de flores, em particular no sul de Minas, é devido ao alto estresse produtivo de duas grandes culturas em uma fila, apesar do clima favorável.

A poda radical, ou “esqueletamento” dos pés de café também contribuem para a redução da produção de arábica. Esta técnica de poda “erradica completamente” os custos para os produtores durante uma safra de baixo rendimento e proporciona uma colheita abundante no prazo de dois anos.

Este ano, foram registradas taxas de esqueletamento de mais de 17% nas principais lavouras de arábica, o que é muito acima do normal.

Informações: Bloomberg

Tradução: Fernanda Bellei

Safra de café do Brasil 14/15 ficará abaixo da expectativa, diz Volcafe

A safra 2014/15 de café do Brasil deve cair bem abaixo das expectativas, como resultado de uma intensa poda e de um estresse das árvores depois de duas grandes colheitas consecutivas no maior produtor global, afirmou nesta segunda-feira a Volcafe, divisão de café da trading ED&F Man.

Cacique, dona do Café Pelé, fecha divisão de embalagens

Fonte: Exame.com via Rede Social do Café

A Companhia Cacique de Café Solúvel anunciou hoje o fechamento da sua divisão deembalagens. A informação foi publicada por meio de fato relevante no fim da manhã. Criada em 1959. a Cacique é dona do Café Pelé – entre outras marcas.

Localizada em Londrina (PR), a unidade produzia e comercializava fios sintéticos, tecidos e sacos trançados para embalagens.

De acordo com Paulo Ferro, diretor de controladoria e de relação com investidores da companhia, a medida faz parte dos esforços da empresa para se manter focada na produção e comercialização de café no Brasil e no exterior.