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AB InBev fecha acordo para comprar cervejaria coreana por US$5,8 bi Comente

Fonte: Reuters

HONG KONG, 20 Jan (Reuters) – A Anheuser-Busch InBev, a maior fabricante de cervejas do mundo, fechou um acordo para comprar a sul-coreana Oriental Brewery (OB) por 5,8 bilhões de dólares incluindo dívida, reconquistando o controle de um ativo importante na Ásia em um momento de forte crescimento da indústria na região.

A venda pela KKR e Affinity Equity Partners representa a maior venda de private equity da Ásia em termos de fusões e aquisições em dólar, dando a elas retornos de mais de cinco vezes seus investimentos. A OB tinha uma dívida total de 922 milhões de dólares no fim de 2012, segundo dados mais recentes da empresa.

Com o acordo, a AB InBev ganha não apenas o controle da fabricante de cervejas sul-coreana que cresceu rapidamente para deter 60 por cento de participação de mercado, mas também canais de distribuição de suas próprias marcas como Budweiser e Stella Artois.

“A OB irá fortalecer nossa posição na região de rápido crescimento Ásia-Pacífico”, disse Carlos Brito, presidente-executivo da AB InBev, em comunicado. A empresa também disse que espera exportar marcas da OB de forma mais ampla.

A belga AB InBev vendeu a Oriental Brewery em 2009 por 1,8 bilhão de dólares para a KKR, como parte de seus esforços de reduzir a dívida assumida na aquisição de 52 bilhões de dólares da norte-americana Anheuser-Busch pela InBev, um ano antes.

A AB InBev manteve a opção de comprar de volta a OB em cinco anos.

(Por Stephen Aldred e Denny Thomas)

Economia da China cresce 7,7% em 2013, acima da meta do governo 1

Fonte: UOL São Paulo com Reuters

O crescimento econômico da China em 2013 acumulou alta de 7,7% sobre o ano anterior, segundo informou nesta segunda-feira (20) a Agência Nacional de Estatísticas. A taxa ficou acima da meta do governo, que era de um crescimento anual de 7,5%.

No quarto trimestre, o crescimento econômico subiu 7,7%, um pouco mais do que estimavam analistas ouvidos pela agência de notícias Reuters (média de 7,6%). No terceiro trimestre, a economia chinesa tinha subido 7,8%.

Outros dados divulgados em conjunto com o PIB mostraram que a produção industrial avançou 9,7% em dezembro, na comparação com dezembro do ano anterior. As vendas no varejo tiveram aumento de 13,6%, e o investimento em ativos fixos cresceu 19,6% em 2013 em comparação com o anterior. O governo só divulga os dados acumulados de investimento.

Encomendas à indústria da Itália avançam mais de 2% em novembro

Fonte: Valor

As encomendas à indústria na Itália subiram 2,3% entre outubro e novembro de 2013, com alta de 4,1% no mercado doméstico e queda de 0,4% no mercado externo.

Já as vendas da indústria tiveram alta de 0,9% em novembro, perante um mês antes, com avanço da mesma ordem tanto no mercado doméstico como externo.

No comparativo com novembro de 2012, as novas encomendas aumentaram 3% e as vendas declinaram 2,7%.

Os dados foram divulgados pela agência Istat.

Cade aprova aliança entre Monsanto e Novozymes

Fonte: Valor

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta segunda-feira, sem restrições, uma aliança entre a Monsanto e a Novozymes. A operação havia sido anunciada em dezembro.

De acordo com o relatório do Cade, a Monsanto não fabrica ou vende produtos microbiológicos no Brasil, o que a torna entrante neste mercado. A decisão foi publicada na edição de hoje do “Diário Oficial da União”.

Segundo parecer do Cade, a parceria busca o aumento da eficiência para pesquisa e comercialização de soluções microbianas para o setor agrícola. “Essa aliança contará com a capacidade da Novozymes de descobrir, desenvolver e produzir soluções microbianas e com a capacidade da Monsanto de pesquisa, desenvolvimento, teste e comercialização. O objetivo é desenvolver produtos que ajudem os agricultores a aumentar o rendimento das lavouras usando menos recursos. A aliança irá desenvolver e comercializar descobertas de novos produtos biológicos de cada uma das empresas”, informou o documento.

“A operação não resultará na formação de uma sociedade com o propósito específico e a aliança funcionará exclusivamente com base no contrato celebrado entre a Monsanto e a Novozymes.”

BC sobe juros a 10,5% com cenário de preços em alta e ano de eleição

Fonte: UOL com a agência Reuters

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, aumentou a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual, indo de 10% para 10,5% ao ano. É a sétima reunião seguida do Copom em que os juros sobem. A decisão foi unânime. Foi a primeira reunião do Copom em 2014.

“Dando prosseguimento ao processo de ajuste da taxa básica de juros, iniciado na reunião de abril de 2013, o Copom decidiu por unanimidade, neste momento, elevar a taxa Selic em 0,50 p.p. [pontos percentuais], para 10,5% ao ano, sem viés”, informou o Copom em comunicado, praticamente repetindo o texto utilizado na última reunião, em novembro do ano passado, acrescentando apenas a expressão “neste momento”.

Havia expectativa, entre economistas, de que o BC reduziria o ritmo do aumento, elevando em 0,25 ponto em vez de 0,5 ponto. Nas últimas cinco reuniões, desde maio do ano passado, a alta vem sendo de 0,5 ponto percentual em cada encontro.

Mas essa desaceleração não aconteceu, e outros analistas, ouvidos pela agência de notícias Reuters, disseram que a justificativa para a alta pode ser o medo de a inflação atrapalhar a popularidade da presidente Dilma Rousseff em ano de eleição. Juros altos, em tese, ajudam a segurar a inflação.

A poupança continua rendendo com seu potencial máximo. Uma nova regra de 2012 estabelece que ela renda menos quando a Selic estiver igual ou inferior a 8,5% ao ano. Nesse caso, a caderneta daria 70% da Selic mais a TR. Como está acima disso, o rendimento é o tradicional: 6,17% ao ano mais a TR.

Os juros de 10,5% são os mais altos desde janeiro de 2012, quando a Selic estava também em 10,5%. Em março de 2012, a taxa foi reduzida para 9,75%, e as quedas continuaram até atingir o mínimo de 7,25% ao ano, entre outubro de 2012 e março de 2013. Esses 7,25% foram o menor percentual já registrado pela Selic .

De acordo com pesquisa da Reuters, analistas esperam que os juros fiquem estabilizados em 10,5% o ano todo.

No ano passado, o Brasil ficou em segundo lugar entre os países que mais subiram os juros. O líder desse ranking foi Gâmbia (África). Os dados são do site Central Bank News, que compila dados de 90 países. Gâmbia teve alta de 6 pontos percentuais, enquanto o Brasil subiu os juros em 2,75 pontos em 2013.

Com a economia devagar, muitos analistas consultados pela Reuters duvidam da disposição do BC em elevar a Selic o quanto for necessário para estabilizar a inflação.
Taxa de juros é ferramenta para tentar combater inflação

A Selic é usada pelo BC para tentar controlar o consumo e a inflação, ou estimular a economia. Analistas já esperavam uma alta da taxa de juros para combater a alta de preços, que tem preocupado o governo. A inflação oficial acelerou para 0,57% em outubro.

Quando os juros sobem, as pessoas tendem a gastar menos e isso faz o preço das mercadorias cair, controlando a inflação, em tese. Por outro lado, juros altos seguram a economia e fazem o PIB (Produto Interno Bruto) ficar baixo.

Se os juros estão elevados, as empresas investem menos, porque fica caro tomar empréstimos para produção, e as pessoas também reduzem seus gastos, porque o crediário fica mais alto. Essa situação deixa a economia com menos força. O lado bom é que investimentos baseados em juros são beneficiados e rendem mais para o aplicador.

Por outro lado, com juros mais baixos, há mais consumo e mais risco de inflação, porque as pessoas compram mais e nem sempre a indústria consegue produzir o suficiente. Quando há falta de produtos, a tendência é que eles fiquem mais caros.

A taxa básica de juros orienta o restante da economia, mas há pouco impacto na vida prática de quem precisa usar o cheque especial ou cartão de crédito. Analistas dizem que essas taxas são tão altas que pequenas variações na Selic são incapazes de aliviar ou pesar no bolso no dia a dia.

Antes do início do governo Dilma, a Selic estava em 10,75% ao ano. No primeiro mês dela (janeiro de 2011), subiu para 11,25%. Depois foi caindo. Chegou ao menor nível entre agosto de 2012 e março de 2013, quando ficou em 7,25% ao ano.

Entenda o Copom

O Copom foi instituído em junho de 1996 para estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros, mas a Selic já era usada como indicador desde 1986.

O colegiado é composto pelo presidente do Banco Central e os diretores de Administração, Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos, Fiscalização, Organização do Sistema Financeiro e Controle de Operações do Crédito Rural, Política Econômica, Política Monetária, Regulação do Sistema Financeiro, e Relacionamento Institucional e Cidadania.

Produção cai em 14 dos 27 ramos da indústria em novembro

Por Vinícius Lisboa da Agência Brasil

O resultado negativo da produção industrial de novembro sobre outubro foi acompanhado por 14 dos 27 ramos pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou, nesta quarta-feira (8), a Pesquisa Industrial Mensal. O levantamento destaca a queda da indústria de veículos automotores, de 3,2%, como uma das que mais influenciaram a retração mensal de 0,2%.

A indústria de veículos automotores teve em novembro o segundo resultado negativo seguido e, em apenas dois meses, acumula queda de 6,6%. Na soma de agosto e setembro, o setor cresceu 9,1%.

Outros setores que pesaram para a queda mensal sobre outubro foram máquinas e equipamentos (-3%), edição, impressão e reprodução de gravações (-5,3%), equipamentos de instrumentação médico-hospitalar, ópticos e outros (-16,0%), indústrias extrativas (-3,1%) e produtos de metal (-3,4%).

Em sentido inverso, a indústria farmacêutica foi a que mais freou a queda, com alta de 9,6%. A indústria de refino de petróleo e produção de álcool subiu 4% e também teve papel positivo, assim como a de outros produtos químicos (3,3%) e a de metalurgia básica (3,1%). A de alimentos, com alta de 0,5%, também está nesse grupo.

Na comparação com o mês de novembro de 2012, 15 dos 27 ramos tiveram aumento da produção, assim como a taxa geral, que subiu 0,4%. Com a expansão na produção de gasolina automotiva, óleo diesel e outros óleos combustíveis, a atividade com a mais forte influência positiva foi a de refino de petróleo e produção de álcool, com 10,8%.

Os ramos de outros produtos químicos (alta de 5,3%), máquinas e equipamentos (elevação de 4,7%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (crescimento de 15,8%) também se destacaram. Entre os produtos que mais contribuíram com a demanda estão os ligados à atividade agrícola: herbicidas, inseticidas para uso agrícola e máquinas para colheita.

A atividade que mais influenciou negativamente a comparação interanual foi a de bebidas, com queda de 11,2% constatada na redução de refrigerantes, cerveja, chopes e xaropes para refresco. A indústria de edição, impressão e reprodução de gravações caiu 10,2%, com recuo em livros, jornais, revistas e CDs, e a de alimentos, 2,9%, com menos sucos concentrados de laranja, açúcar cristal, sorvetes e picolés.

Em 2013, a indústria de veículos automotores acumula a maior das altas, de 9%, enquanto a de edição, impressão e reprodução de gravações teve a maior queda, de 10,2%.

Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/01/08/producao-cai-em-14-dos-27-ramos-da-industria-em-novembro.htm